Dance no seu ritmo

Dance no seu ritmo

Qual é o seu ritmo na dança da vida?

Se você está sentindo-se sobrecarregada, estagnada, pesada e isto tem deixado você exausta.

Se você está sentindo-se desmotivada para escrever, resistente para começar um trabalho ou com dificuldades para encontrar a palavra certa.

Pergunto: O que  te preocupa no momento? O que  te causa ansiedade? O que você teme  que aconteça ou que não aconteça?

A poetisa Kathleen Raine escreve: “Compreendo que sou a mesma pessoa, quer esteja esfregando o chão ou escrevendo um poema, que a minha dignidade como ser humano não depende em absoluto do papel que, em um dado momento, sou chamada a desempenhar – pois  esses papeis são apenas eles e as pessoas, livres de todos eles.”

Às vezes é mais fácil vivermos num ritmo de vida que criamos para nos agradar e não para impressionar os outros. Estaremos prontas para  abandonar os pesos que colocamos sobre nossos próprios ombros? Estaremos preparadas para tirar as máscaras?  Estaremos dispostas a abrirmos mão de padrões mentais que nos aprisionam? Estaremos comprometidas em restaurarmos nosso equilíbrio físico, mental e espiritual, retornarmos e contribuirmos para o fluxo criativo da vida?

Se essas perguntas fazem algum sentido para você e, caso você queira explorar  qual é o seu ritmo na dança da vida, convido você para fazer uma Jornada da Descoberta  gratuita, online,  com duração de 15 minutos, para você experimentar como ESCREVER, DANÇAR E MEDITAR, são práticas contemplativas criativas para você manter seu equilíbrio dia a dia.   Envia-me um email para idamara@idamarafreire.com.br

Abraços com Alegria!

Ida Mara

#3 Semanas para recriar memórias corporais dolorosas

#3 Semanas para recriar memórias corporais dolorosas

“Há um livro em cada um de nós.”Clarice Lispector. Veja vídeo como busquei no corpo um narrador para contar as histórias do livro que escrevo com minha vida.

http://https://youtu.be/-XDSBpS2AOI

“Recrie suas Memórias Corporais”
Por Rita Teixeira
‘Diario Corpografias: aprenda a registar as suas memórias corporais’, é o novo livro da autora, bailarina e coaching Ida Mara Freire, que convida o leitor a dançar e recriar as memórias que escondidas habitam o nosso corpo. Um guia de 21 dias, com exercícios diários, que te levará a descobrir como a atenção para o corpo é o caminho para a alegria e tranquilidade. 

Click no link para compra e saber mais:
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O Diário Corpografias: aprenda a registar as suas memórias corporais”, é um e-book interactivo, de fácil abertura e leitura. Visualmente estético, divertido e apelativo, suscita a curiosidade de experimentar cada uma das atividades.

De linguagem poética, mas as mesmo tempo acessível a diferentes públicos, a autora dialoga com o pensamento de outros autores, poetas, a sua própria experiência e até mesmo o trabalho fotográfico de alunos do curso Jornadas Criativas para propor o conceito de corpografia enquanto forma movente de reflexão.

Composto por atividades que promovem o acesso à experiência do próprio corpo, através do contato com a memória corporal e a imaginação, o leitor, ao mesmo tempo participante, é convidado diariamente a explorar a sua criatividade, sentir alegria e resignificar as suas vivências a partir do movimento e da escrita. Apelando a diversas formas de percepção, a autora facilita a descoberta de outras formas de se pensar o modo como podemos guiar as nossas relações intersubjectivas. Identifico a atividade de dia 5: o ser na escrita – Avalie com os seus ombros o peso de um parágrafo. E a atividade do dia 19: ritmo-métrico da alegria – Imagine que você é uma bola colorida nas mãos de uma criança.

As atividades não requerem nenhum custo financeiro na compra de materiais ou do aluguel de um espaço específico para o efeito. Pelo contrário, o leitor e participante é desafiado a criar com os recursos (humanos, história pessoal, vivências, infra-estrutura) já existentes na sua vida.

 A oração de gratidão ao corpo pode servir de suporte para a meditação diária incorporando a qualidade do sagrado na prática da corpografia.

No final do e-book a autora apresenta sugestões para a sustentabilidade do programa de transformação dos 21 dias, muitas delas novamente sem ser preciso investimento financeiro. As leituras sugeridas permitem um aprofundamento sobre o tema.

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Contemplar ou Mergulhar

Contemplar ou Mergulhar

Foto: Ida Mara Freire

Escrita: uma conversa dançada com o leitor

Por Ida Mara Freire

“Em virtude desse olhar as feições se fizeram rosto e, mais tarde, máscara, significação, história.” Estou aqui no Labirinto da Solidão de Octavio Paz atenta ao seu exercício de imaginação crítica dos mexicanos, homens e mulheres:

“O adolescente se assombra com o ser. E ao pasmo segue-se a reflexão: inclinado para o rio de sua consciência pergunta-se se este rosto que aflora lentamente das profundezas, deformado pela água, é o seu. A singularidade de ser – mera sensação na criança – transforma-se em problema e pergunta, em consciência inquisidora. Aos povos em transe de crescimento ocorre alguma coisa parecida. Seu ser se manifesta como interrogação: o que somos e como realizaremos isto que somos? […] Despertar para a história significa adquirir consciência da nossa singularidade, momento de repouso reflexivo antes de nos entregarmos ao fazer. […] A preocupação com o sentido das singularidades do meu país, que partilho com muitos, parecia-me há tempos supérflua e perigosa. Em vez de perguntarmo-nos a nós mesmos, não seria melhor criar, trabalhar sobre a realidade que não se entrega àquele que a contempla, mas sim àquele que é capaz de nela mergulhar? O que pode nos diferenciar do resto dos povos não é a sempre duvidosa originalidade de nosso caráter – fruto, talvez, das circunstâncias sempre mutantes –, mas sim a de nossas criações.”

Sexta-feira, após caminhar na praia, volto para casa e começo a escrever o exercício contemplativo 11. Mas, ao preparar o material fui me envolvendo numa teia de pensamentos que estou ainda suspensa, principalmente,  acerca dos temas que escrevo e, como tal escrita inspira vocês:  leitor e leitora,  a contemplarem e a  mergulharem na realidade para  criarem algo novo.  Embora, é sugerido manter uma periodicidade nas publicações, busco também,  não só produzir conteúdo, mas, além disso, estabelecer uma conversa dançada com vocês.  E uma conversa envolve tempo, silêncio, pausa da ação. Então,  ouvindo vocês e dançando com as palavras, surge o ritmo da realidade contemplada e mergulhada, e assim acontecerá a história aqui narrada.