Sentir dor! Nem pensar?

Sentir dor! Nem pensar?

Agora. Enquanto escrevo esse post, penso  que, talvez,   você esteja com muita pressa, e se eu não prender sua atenção em 5 segundos, você estará  indo para outra página. Mas,  arrisco  contar  uma história para você, que me vem à mente enquanto faço minha caminhada contemplativa  na praia do campeche.

“Era uma vez… uma lebre e uma tartaruga.
A lebre vivia caçoando do andar vagaroso da tartaruga.
Certa vez, a tartaruga já muito cansada  de ser ridicularizada, desafiou a lebre para uma corrida.
A lebre muito segura de si, aceitou sem pensar.
Não perdendo tempo, a tartaruga pois-se a caminhar, com seus passos lentos, porém, firmes.
Logo a lebre ultrapassou a tartaruga, e vendo que ganharia fácil, parou e resolveu cochilar.
Quando acordou, não viu a tartaruga e começou a correr.
Já na reta final, viu finalmente a tartaruga cruzando a linha de chegada, muito sorridente.”

Escolher andar devagar é  um exercício e tanto, na sociedade da velocidade e das gratificações instantâneas.

Passo

Passarinho

Olhar

A montanha

Sustenta o caminhar

T.S. Eliot nos  alerta que “em um mundo de fugitivos, a pessoa que anda em direção  contrária parece estar fugindo.” Para onde vamos com tanta pressa?  Estamos  com  medo de sentir dor? 

As práticas  contemplativas, nos ensinam a vivenciar o momento presente, seja  esse momento doloroso ou não. A transformação da dor, não está em negar esse sentimento nem  de super estimá-lo, como satiriza a composição de Paulo Leminsky e Itamar Assumpção A Dor Elegante

“Um homem com uma dor
É muito mais elegante
Caminha assim de lado
Como se chegando atrasado
Andasse mais adiante…

Carrega o peso da dor
Como se portasse medalhas
Uma coroa
Um milhão de dólares
Ou coisa que os valha…

Ópios, édens, analgésicos
Não me toquem nessa dor
Ela é tudo que me sobra
Sofrer vai ser!
A minha última obra
Hum! Hum!…”

Sátira ou não, a dor faz parte da vida.

Mas,  o segredo da duração da dor está em nossas mãos, e não só na nossa cabeça.

Caso esse tema te interesse,  venha participar  da

Oficina #3 Segredos para cultivar a alegria.

Quarta-feira  das 16:30 às 18h

no Espaço Nutrir  

Av. Afonso Delambert Neto, 885.

Lagoa da Conceição.

Evento Gratuito.

Faça sua inscrição pelo email: idamara@idamarafreire.com.br

E caso você tenha um tempinho, veja o vídeo sobre as

Jornadas da Primavera

 

 

Resgate sua Alegria de Viver

Resgate sua Alegria de Viver

“Invento para me conhecer.”  Manuel de Barros

Você se auto-avalia e  se percebe como uma profissional  dedicada,  bem-sucedida em seu trabalho e goza de uma certa estabilidade financeira. No entanto, você  se sente muitas vezes sobrecarregada ou estressada,  e se perguntando o que está além de ter coisas para você? E se  não  está na hora prestar atenção em ser você  e resgatar sua alegria de viver, a clareza mental e cultivar a paz interior. 

Então venha, eu encorajo você que necessita  dar um tempo para si mesma, atentar para o seu corpo,  ouvir mais o seu coração e, equilibrar-se  mental,  espiritual e fisicamente. 

“Mude sua história e vivencie o poder de sua alegria”

Receba inspiração, apoio e orientação através de um Processo Criativo de 10 Jornadas e conheça mais quem você  é,  desfrute da  alegria,  plenitude de vida e liberdade de expressão.

Agende uma sessão gratuita de 30 minutos, envia-me um email: idamara@idamarafreire.com.br

A Estrada da Alegria

“Faz-nos brilhar, Senhor, a estrada da alegria.

No simples, no próximo, no escondido da vida ajuda-nos a ouvir a pequena  sinfonia e abrir, com solenidade, para ela as portas indecisas do tempo que corre.

Só quem saboreia as pequenas alegrias dá-se verdadeiramente conta das grandes.

Só que jubila com a alegria dos outros percebe que ela é, em cada um de nós, uma onda  puríssima que se expande.

Ajuda-nos a inscrever a alegria  como tarefa e, ao mesmo tempo, a mantermo-nos disponíveis para o modo surpreendente e gratuito da sua vinda.”

[José Tolentino Mendonça – Um Deus que Dança]

Agende uma sessão gratuita de 30 minutos, envia-me um email: idamara@idamarafreire.com.br

# 2 PERGUNTAS PARA VOCÊ DANÇAR A SUA HISTÓRIA

# 2 PERGUNTAS PARA VOCÊ DANÇAR A SUA HISTÓRIA

Ida Mara Freire,  Desenho de  J.

“Os problemas significativos que enfrentamos não podem ser resolvidos no mesmo nível de pensamento em que estávamos quando os criámos.” Albert Einstein 

Você já parou para pensar que em vez de contar sua história você pode dança-la? Sim. Seria uma narrativa dançada, narrada de modo não-verbal, mais gestual; O dançar sua história sugere encontrar no corpo, na memória corporal, os gestos, as ações e as percepções que estão entre o movimento e o pensamento. É possível dançar quando as palavras não são suficientes. Espero que você possa perceber como o dançar nossa história pode  nos ajudar a compreender nossa existência e nos deixar à vontade no mundo.

Quem de vocês já não se sentiram estagnadas em algum momento da vida de vocês? Seja pelas circunstâncias financeiras, seja pelos relacionamentos? Ou problemas de saúde? Bloqueio criativo, intelectual ou espiritual? Eu já; e uma das formas mais notáveis da estagnação acontecer está na nossa dificuldade de lidar com a mudança. Ficamos empacadas.

Alguns anos atrás meu estilo de vida estava exigindo mudanças daquelas profundas. Eu estava com aquela sensação interior de água parada, com aquele odor sutil do apodrecimento por ausência de movimento. Comecei a me perguntar qual é o sentido da minha vida? Qual é o meu dom? E comecei a sorrir… O que o meu sorriso é? Um movimento da minha boca, um convite, uma manifestação da alegria… uma dança…

Qual seria então o propósito da minha vida? Como ofereço o meu dom para os outros? Se o meu sorriso é o meu dom, o que me faz sorrir é  fazer outras pessoas sorrirem também.   Talvez, eu deveria ser palhaço… Mas, se penso na alegria. Penso em reconciliação. Então, eu e minha filha fomos viver na África do Sul e estudar a reconciliação, manifesta num corpo nacional que dança. Que histórias aquele corpo dança? A reconciliação, dançar o perdão, voltar a sorrir depois da dor. Ou sorrir apesar da dor.

Minhas ações por menores ou maiores que sejam devem estar vinculadas com essas minhas perguntas… Levar e buscar minha filha em suas atividades artísticas tem a ver com o sentido da minha vida? Tomar a decisão de abrir mão da carreira profissional sustenta o meu propósito de vida? Sim. Levar minha filha me faz ver a dança na vida dela. Minha escolha pelo trabalho criativo permite atentar para as pessoas que eu amo e encorajar as pessoas na dança da vida.

Ao acompanhar a história de vida dançada de algumas pessoas   percebo que essas duas perguntas: Qual o sentido da vida? E qual o propósito da vida? reverberaram em suas vidas elucidando suas próprias indagações:

“Como encontrar no corpo o tempo para ser quem você é? ”

“Como criar com o efêmero?”

“ Como transformar a vida em cuidado de si?”

“Como lidar com o risco da alegria de aparecer no mundo”

“Como habitar o lugar rarefeito entre o não ver e o ser vista”

Em que momento de sua vida que seu corpo te ajudou a perceber qual o sentido e o propósito de sua vida?

Quer saber mais sobre isso agende a sua Jornada da Descoberta gratuita, pelo email: idamara@idamarafreire.com.br

Na Jornada da Descoberta você vivenciará uma breve experiência de como o seu corpo pode ajudar você sair da estagnação. Se “os problemas significativos que enfrentamos não podem ser resolvidos no mesmo nível de pensamento em que estávamos quando os criámos”, como nos recorda Albert Einstein,   a dança pode ser o movimento para voltarmos às coisas mesmas.