Dance  e  Escreva suas Memórias Corporais

Dance e Escreva suas Memórias Corporais

Curso Regular de Dança e Escrita Criativa, local:  “Estação Corpo”

Esse curso tem a duração de quatro estações e é estruturado para ensinar você a reconhecer os padrões  de movimento e de pensamento que bloqueiam a sua liberdade de expressão.

Colhendo os frutos do verão, eu te  encorajarei na descoberta dos padrões de movimento que limitam seu modo de se expressar no mundo.

Durante o outono nós vamos identificar juntas, quais seriam suas perguntas existenciais, e ao escreva-las você terá mais clareza mental para reconhecer seus padrões de pensamento.

Nos meses outonais vamos esboçar seu diário temático que te auxiliará  no registro de suas memórias corporais, isso poderá ser o primeiro passo para você se reconciliar com o seu passado.

No inverno irei te apoiar oferecendo uma sequência de exercícios de desenhos vinculados  com a caixa de palavras e a dança, de modo que você possa  expressar suas emoções, mudar e ampliar seu vocabulário de movimento.

Com  a chegada da  primavera nós vamos aprofundar a relação  com o outro, com a proposição exercícios  de percepção que te ajudem a transformar sentimentos de vergonha, timidez; te orientarei em como desvelar pela escrita as possibilidades do ver e os mistérios de ser vista.

Nada como se preparar para o verão  compreendendo  suas memórias corporais, pronta para cultivar a liberdade de escolha; E disposta para aprender a Dançar sua História…

Curso Ministrado por Ida Mara Freire, dançarina e escritora; Pós-doutorado em Dança, University of Cape Town, África do Sul; Doutorado em Psicologia, USP, Professora Aposentada da UFSC, Diretora do Potlach Editora e Ateliê de Arte Contemplativa. Autora dos e-books: Jornadas Inacabadas e To see or not to see: dance as a perceptive journey. 

Inscreva-se gratuitamente para aula aberta na próxima quarta-feira dia 28/02/2018 das 10:30 às 12h e receba informações detalhadas acerca do curso.

Envie-me um e-mail  falando brevemente sobre seu interesse de fazer a Aula Aberta do Curso Dance e Escreva Suas Memórias Corporais

E-mail: idamara@idamarafreire.com.br

Local: “Estação Corpo” http://www.estacaocorpo.com.br/localizacao.html

 

Paciência…

Paciência…

Silêncio, contemplação, recuperação da cirurgia, educar minha filha, cuidar da minha mãe, disponibilidade para  um novo relacionamento,  dar continuidade aos novos  projetos, tudo isso precisa de paciência, mas não só com os outros, mas também comigo mesma.  Aquela pergunta que deve ser feita várias vezes. O que realmente eu quero? É preciso paciência para ouvir a própria voz e também a dos outros. Eu já escrevi sobre isso nesse post: http://idamarafreire.com.br/voce-sabe-o-que-voce-quer/

A palavra  que surge do silêncio essa semana é a paciência.  Tenho enviado algumas mensagens para pessoas falando da minha recuperação mencionando que estou compreendendo  melhor a palavra “paciente”. Também escrevo  que estou me recuperando alegre e pacientemente…

A paciência é associada à ciência da paz.  Algumas pessoas comentam que com paciência e amor se alcança coisas aparentemente impossíveis…

Paciência… canta Lenine:

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não para

Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso, faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara

Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência

O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência

Será que é tempo
Que lhe falta pra perceber?
Será que temos esse tempo
Pra perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para não […]

A paciência é apresentada na descrição Paulina do fruto do Espírito, podendo ser cultivada na prática contemplativa. Na minha experiência com a meditação, a paciência  me parece ser uma das suas reverberações.

Quando sentamos para meditar e ao  concentrarmos na palavra-oração, essas  simples ações, continuarão agindo em nossa vida cotidiana, mesmo depois do término do período da meditação.

Como acontece  quando atiramos uma pedra na água observamos as ondulações, podemos até saber  quando começamos  uma ação, mas não quando essa termina.

Como a paciência ou a falta dela, afeta sua convivência com os outros?

Palavras que surgem  do silêncio

Palavras que surgem do silêncio

Hoje apresento aqui uma nova sessão intitulada “Palavras que surgem do silêncio”. Como vocês  sabem prático  desde 2004 a meditação cristã.  Enquanto  se  está no silêncio, não há nada a fazer, apenas ouvir a reverberação da palavra-oração pulsando no coração.  Geralmente começo meu dia assim, e em seguida escrevo. Muitos dos textos  que escrevo são oriundos  do silêncio, das minhas caminhadas… E vocês também sabem que eu sou apaixonada por fotografia. Como tenho recebido muitas mensagens com imagens, parece-me divertido explorar essa possibilidade de mesclar  palavras com imagens e partilhar com vocês a minha percepção do mundo.

Quais são as palavras que surgem  do seu  silêncio?