Orar pelos amigos e inimigos

Orar pelos amigos e inimigos

Estou aqui olhando para Dalai e Lama e Desmond Tutu, esses dois amigos e líderes da Paz, busco inspiração  para agir. Pergunto para você: Quem está inspirando o seu voto nessas eleições? O medo ou amor?  A paz ou a violência? 

Recordo que durante uma entrevista o Dalai Lama falando sobre sua experiência como chefe de estado, ele nos recomenda a oração pelos nossos amigos e pelos nossos inimigos, pois não sabemos sobre o dia de amanhã, quando o seu melhor amigo pode ser tornar seu inimigo, e o seu inimigo pode se tornar seu melhor amigo.  

‘Se seu relacionamento com outra pessoa está passando por um período de dificuldades, a outra pessoa pode desejar unir-se a você em oração. Mesmo que ele ou ela não o desejem, ainda assim a oração é a resposta.’ Sugere Marianne Williamson, em seu livro de preces Illuminata. Se uma pessoa convidar o Espírito de Deus a entrar em alguma circunstância, então o Espírito Dele se manifestará.

Deus amado 

Rogamos-Vos, revelai Vosso amor a nós, no momento ele está obscurecido.

Dai-nos a paz e a saúde, pois estamos perdidos nas trevas do conflito e da separação. 

Entregamos a Vós nossas agressões e defesas. 

Entregamos todas as impressões que trazemos do passado.

Entregamos a Vós nossas posições e objetivos. 

Rogamos-Vos, ajudai-nos a enxergar o amor.

Rogamos-Vos, trazei-nos de volta ao caminho da paz. 

Purificai nossas mentes de todos os pensamentos que não sejam de auxílio.

Que nosso relacionamento renasça através de Vosso Espírito e de vossa graça.

Pedimos desculpas por …( diga o seu conflito).

Perdoamos as seguintes faltas: …(diga quais são).

Rogamos-Vos, limpai nosso caminho para que possamos enxergar  novamente a luz que é o nosso amor um pelo outro. 

Damos-Vos graças do fundo do coração. 

Amém.’

Escute o podcasts para cultivar um coração compreensivo:

https://anchor.fm/ida-mara-freire

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Vamos Meditar Outubro 2018

Vamos Meditar Outubro 2018

Sobre o tédio

“Um jovem veio a mim para me perguntar: “Como você aguenta olhar através de sua janela e ver as mesmas coisas todos os dias?  Isso não te enlouquece?”  Talvez a verdadeira pergunta devesse ser: “Como é que sempre podemos ver tanto, olhando todos os dias através da mesma janela?”  Os primeiros Padres sabiam que o tédio surge do desejo, do desejo de satisfação ou de fama, de algo novo, de uma modificação no ambiente ou na atividade, de diferentes relacionamentos, de um novo brinquedo, qualquer que ele seja. A prece pura faz com que o desejo encolha.  Na quietude da prece, que quanto mais nos aproximamos da Fonte de tudo o que existe (e de tudo o que pode existir) torna-se cada vez mais quieta,  somos preenchidos com tanta admiração, que não sobra mais lugar para o desejo.  Não se trata de que tenhamos transcendido o desejo, mas, na verdade, de que simplesmente não há mais lugar em nós para esse desejo.  Todo o nosso espaço está sendo preenchido com a admiração a Deus.  A atenção, que se dispersa quando desejamos, é recolhida e absorvida em Deus. [….] Ao meditar, abandonamos o desejo de controlar, de possuir, de dominar.  Em lugar disso, buscamos apenas ser quem somos e, sendo a pessoa que somos, estamos abertos para o Deus que é.  Como resultado dessa abertura é que somos preenchidos com a admiração, e com o poder e a energia de Deus, que é o poder de ser, e a energia para amar.  [E] quando amamos, é impossível nos entediarmos.”

Medite por Trinta Minutos
Lembre-se: Sente-se. Sente-se imóvel e, com a coluna ereta. Feche levemente os olhos. Sente-se relaxada(o), mas, atenta(o). Em silêncio, interiormente, comece a repetir uma única palavra. Recomendamos a palavra-oração “Maranatha”. Recite-a em quatro silabas de igual duração. Ouça-a à medida que a pronuncia, suavemente mas continuamente. Não pense, nem imagine nada, nem de ordem espiritual, nem de qualquer outra ordem. Pensamentos e imagens provavelmente afluirão, mas, deixe-os passar. Simplesmente, continue a voltar sua atenção, com humildade e simplicidade, à fiel repetição de sua palavra, do início ao fim de sua meditação.

original em inglês:
An excerpt from Fr John Main, “Two Words From the Past,” in THE HEART OF CREATION (New York: Continuum, 1998), pp. 42-44.
A young man came to see me and asked, “How can you bear to look out of your window and see the same thing every day? Doesn’t it drive you mad?” Perhaps the real question should be, “How is it we can always see so much, looking out of the same window everyday?” The early fathers knew that boredom comes from desire, the desire for fulfillment or fame, for something new, for a change of environment or activity, for different relationships, for a new toy, whatever it might be. Pure prayer shrinks desire. In the stillness of prayer, increasingly still as we approach the Source of all that is, of all that can be, we are so filled with wonder that there is no place for desire. It is not so much that we transcend desire but rather that there is simply no place in us any longer for such desire. All our space is being filled with the wonder of God. The attention that is scattered in desiring is recalled and absorbed in God. [. . . .] Meditating, we let go of the desire to control, to possess, to dominate. We seek instead only to be who we are and being the person we are, we are open to the God who is. It is as a result of that openness that we are filled with wonder and with the power and energy of God, which is the power to be and the energy to be in love. [And] when we are in love it is impossible to be bored.

 

 

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Série Coração Compreensivo – Medite, Reflita e Escreva [1/21] A Sabedoria da Paz

Série Coração Compreensivo – Medite, Reflita e Escreva [1/21] A Sabedoria da Paz

Aprenda a cultivar um coração compreensivo em tempos de incertezas

Durante   21  dias  estarei postando aqui  breves  reflexões, meditações e orações para nos inspirarmos com criatividade e esperança e contribuirmos com um mundo melhor para a humanidade.

“Dá, Senhor, à nossa vida a sabedoria da paz. Que o nosso coração não naufrague na lógica  de tanta violência disseminada ao nosso redor. Que os sentimentos  de dor ou de despeito não sufoquem a necessidade dos gestos de reconciliação, a urgência de uma palavra amável que rompa as paredes do silêncio, o reencontro dos olhares que se desviam. Dá-nos a força de insinuar no inverno gelado em que, por vezes vivemos, o ramo verde, a inesperada flor, a claridade que é esta irreprimível e pascal vontade de recomeçar.”

[José Tolentino Mendonça, Um Deus que dança: intinerários para a oração]

 

Medite por Trinta Minutos
Lembre-se: Sente-se. Sente-se imóvel e, com a coluna ereta. Feche levemente os olhos. Sente-se relaxada(o), mas, atenta(o). Em silêncio, interiormente, comece a repetir uma única palavra. Recomendamos a palavra-oração “Maranatha”. Recite-a em quatro silabas de igual duração. Ouça-a à medida que a pronuncia, suavemente mas continuamente. Não pense, nem imagine nada, nem de ordem espiritual, nem de qualquer outra ordem. Pensamentos e imagens provavelmente afluirão, mas, deixe-os passar. Simplesmente, continue a voltar sua atenção, com humildade e simplicidade, à fiel repetição de sua palavra, do início ao fim de sua meditação.

 

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